PUBTechSF@Vale do Silício 2018

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Para finalizar a programação de 2018, realizaremos o PUBTechSF@Vale do Silício 2018, que acontecerá no dia 28 de novembro de 6 pm a 9 pm, no YouTube em San Bruno.

Confira a programação e inscreva-se aqui: https://pubtechsf-sv-2018.eventbrite.com

6:00 pm Chegada e inscrições
6.30 pm Boas vindas
6:35 pm Talks

    Ram Rajagopal, Stanford
    Engineering Decision Support Systems for Urban Infrastructure using Data Thinking

    Danielle Beckman, California National Primate Research Center (CNPRC)
    Como os macacos podem nos ajudar a entender sobre doenças neurológicas

7:15 pm Projeto de impacto social

    Dados para um Debate Democrático em Educação (D3e)
    Tássia de Souza Cruz, Escola de Políticas Públicas e Governo da Fundação Getulio Vargas (EPPG/FGV)

7:35 pm Networking
9:00 pm Conclusão

 

Save the Date | PUBTechSF @SV 2018

Danielle Beckman | PUBTechSF@Vale do Silício 2018

A Danielle Beckman é pesquisadora no California National Primate Research Center (CNPRC), em Davis, CA, e será uma das palestrantes no PUBTechSF@Vale do Silício 2018. Ela apresentará seu trabalho sobre “Como os macacos podem nos ajudar a entender sobre doenças neurológicas”.

Reserve seu lugar: https://pubtechsf-sv-2018.eventbrite.com

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Como os macacos podem nos ajudar a entender sobre doenças neurológicas

Os primatas não humanos tem sido utilizados nas pesquisas biológicas por muitas décadas, devido ao alto grau de homologia genética e similaridades fisiológicas com o corpo humano. Isso faz com que a utilização desses animais, seja crucial para a pesquisa e desenvolvimento de vacinas e medicamentos em estudos clínicos. Por outro lado, esses animais não desenvolvem algumas doenças neurológicas que comumente afetam os seres humanos, como a doença de Alzheimer. O que torna o cérebro humano tão especial e tão vulnerável? E como podemos utilizar esses animais para entender melhor o funcionamento do nosso próprio cérebro? Essas e outras questões relacionadas ao uso de primatas em pesquisa, serão discutidas durante essa palestra.

 

Danielle é graduada em Farmácia pela Universidade Federal de Santa Catarina, Mestre em Biofísica e Doutora em Química Biológica, ambos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atualmente é pesquisadora associada no California National Primate Research Center (CNPRC), na cidade de Davis, Califórnia. Os seus projetos atuais de pesquisa envolvem o desenvolvimento de modelos de doenças neurológicas em primatas não-humanos. As áreas de interesse atuais incluem: desenvolvimento e organização cortical em primatas, neuroinflamação, neuroanatomia comparativa e microscopia de alta resolução.

Tássia Cruz | Dados para um Debate Democrático em Educação (D3e)

A Tássia Cruz é professora da Escola de Políticas Públicas e Governo da Fundação Getulio Vargas (EPPG/FGV), e apresentará o projeto “Dados para um Debate Democrático em Educação (D3e)” no PUBTechSF@Vale do Silício 2018, que acontecerá no dia 28 de novembro de 2018.
Para participar, inscreva-se aqui: https://pubtechsf-sv-2018.eventbrite.com
Dados para um Debate Democrático em Educação (D3e)
O D3e é um grupo de pesquisadores associados ao Centro Lemann de Educação Brasileira da Universidade de Stanford, cujo objetivo é aproximar o conhecimento técnico e científico aos poderes executivos e legislativos brasileiros. Com este propósito, trabalhamos na elaboração de relatórios que consolidam o aprendizado sobre temas educacionais no Brasil e no mundo. Nossos relatórios são preparados por pesquisadores colaboradores. Além disso, disseminamos o conteúdo produzido entre educadores, gestores públicos, acadêmicos e sociedade civil, a fim de enriquecer o debate educacional. Para mais informações sobre esta iniciativa, acesse nosso site: http://d3e.com.br/. O primeiro relatório que publicamos está disponível no site.
Tássia Cruz é professora da Escola de Políticas Públicas e Governo da Fundação Getulio Vargas em Brasília-DF. Tássia possui PhD em Economia da Educação e mestrado em Economia pela Universidade de Stanford. É graduada em Ciências Econômicas pela PUC-Rio. Tássia foi gerente de projetos na Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República e consultora do Banco Mundial em Brasília. Trabalhou em parceria com diversas Secretarias de Educação para formar professores e supervisores escolares em métodos de observação em sala de aula e em avaliações de impacto de programas educacionais. É especialista em financiamento da educação e mercado de trabalho de professores no Brasil.

PUBTechSF@Berkeley 2018

Confira a programação do PUBTechSF@Berkeley 2018, que acontecerá no dia de setembro de 2018, de 6 a 9 pm.

Garanta já a sua inscrição em: https://pubtechsf-berkeley-2018.eventbrite.com

 

Programa

6:00 pm Chegada e inscrições
6.30 pm Boas vindas

6:35 pm Talks

Daniel Haanwinckel, UC Berkeley
Por que a desigualdade tem caído no Brasil e aumentado nos EUA?

Paulo Adeodato, UFPE, Stanford
Como a Inteligência Artificial pode integrar academia, negócios e governo para o bem da coletividade?

7:15 pm Pitch de impacto social

Daniela Ushizima, UC Berkeley
The Center for Recognition and Inspection of Cells (CRIC) e o Sistema Único de Saúde Brasileiro

7:35 pm Networking
9:00 pm Conclusão

Daniela Ushizima | The Center for Recognition and Inspection of Cells (CRIC) e o Sistema Único de Saúde Brasileiro

Daniela Ushizima é Staff Scientist/Data Scientist/Team Leader do Computational Research Division, Berkeley Lab e Berkeley Institute of Data Science, UC Berkeley. No PUBTechSF@Berkeley, ela vai apresentar o trabalho “The Center for Recognition and Inspection of Cells (CRIC) e o Sistema Único de Saúde Brasileiro”.
Para participar do PUBTechSF@Berkeley no dia 19 de setembro de 2018, inscreva-se aqui: https://pubtechsf-berkeley-2018.eventbrite.com
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The Center for Recognition and Inspection of Cells (CRIC) e o Sistema Único de Saúde Brasileiro
O câncer do colo do útero é a segunda causa de morte por câncer entre mulheres de 20 a 39 anos, então é óbvia a necessidade de melhorar as taxas de rastreamento nessa faixa etária, além de aumentar a aceitação e acesso à vacinação contra o papilomavírus humano. Cerca de 8.000 mulheres brasileiras morrem a cada ano, onde o câncer do colo do útero é o terceiro tipo de câncer mais comum entre as mulheres em idade de trabalho. Embora esses números sejam assustadores, uma equipe destemida, liderada por quatro mulheres, decidiu investigar e quantificar as imagens do exame de Papanicolau, a fim de melhorar a análise das células dentro do sistema público de saúde. O sonho começou com a constatação de que a detecção precoce de lesões pré-cancerosas de testes de Papanicolau salvou vidas por décadas, mas a quantificação microscópica adequada das propriedades das células cervicais permanece restrita a poucas mulheres. A razão para tais limitações é o protocolo de análise: historicamente, a triagem de uma lâmina de Papanicolau e a busca por padrões celulares anormais dependem da visão dos citopatologistas. Essa dependência da inspeção manual dificulta a capacidade dos programas de saúde pública a atender ao crescimento populacional, particularmente quando se usa o exame de Papanicolaou como exame de saúde do colo do útero. Em uma parceria entre a BIDS, o Berkeley Lab e o Ciência sem Fronteiras (Cnpq), a equipe tem criado vários protótipos de software e artigos científicas abordando suas descobertas. Essa iniciativa também é responsável pela formação de pessoal altamente especializado, somando mais de 20 alunos que participaram do projeto, com 3 deles hospedados pelo BIDS, sendo Daniel Ferreira (doutorando) a mais recente chegada.
Daniela Ushizima is a Staff Scientist at Berkeley Lab. and a Data Scientist at the Berkeley Institute for Data Science at UC Berkeley. Her research focuses on algorithms for computer vision, pattern recognition, and quantitative microscopy, designed to understand data coming from scientific investigations that involve experimental and observational image acquisition. As part of her DOE Early Career Award, Ushizima has applied machine learning to diverse scientific domains reliant on digital pictures, ranging from biomedical micrographies to geological materials and composites, e.g. micro-tomography of materials with applications to aviation. As a co-investigator in Image Analysis/Machine Vision for the Center for Advanced Mathematics for Energy Related Applications (CAMERA), she has worked with professionals from several domains and mentored scientists from multiple countries. Her team latest accomplishment is the development of a computer system to search image collections using a picture, a concept known as content-based image retrieval using neural networks.

Paulo Adeodato | PUBTechSF@Berkeley 2018

Paulo Adeodato é Professor do Centro de Informática da UFPE e Professor Visitante do Department of Anesthesia da Stanford School of Medicine, e apresentará sua palestra sobre “Como a Inteligência Artificial pode integrar academia, negócios e governo para o bem da coletividade?” no PUBTechSF@Berkeley 2018.

O PUBTechSF@Berkeley 2018 acontecerá no dia 19 de setembro de 2018, das 6 às 9 pm. Para participar inscreva-se aqui: https://pubtechsf-berkeley-2018.eventbrite.com

 

Como a Inteligência Artificial pode integrar academia, negócios e governo para o bem da coletividade?

Sobre o vasto tema, o palestrante apresenta aspectos e visões amadurecidos ao longo de mais de 20 anos de pesquisador-empreendedor. Se você acha que precisa entender o que é Deep Learning, Big Data Analytics etc., para ter melhor desempenho profissional, esqueça! Paulo vai desmistificar alguns (pré)conceitos e mostrar como já contribuiu para a ciência em finanças, telecom, navegação marítima, direito, entretenimento, administração e, atualmente, em saúde e educação em Stanford. Ao final, você sairá com uma visão bem mais clara sobre como a Inteligência Artificial pode ajudar no seu trabalho.

Paulo tem 36 anos de experiência profissional combinando indústria, academia e empreendedorismo.

É professor do Centro de Informática–UFPE há 20 anos engajado em Decision Support Systems. Depois de 3 meses como visiting scholar do CERAS-Stanford em 2017, Paulo retornou como visiting professor da Stanford School of Medicine em 2018.

Paulo é bacharel em Electrônica (1982), especialista em Engenharia de Produção (1989) e mestre em Informática (1991) pela UFPE e PhD in Mathematics (1997) pelo King´s College London, atuando em Inteligência Artificial há 30 anos.

Pioneiro no Brasil, Paulo criou o primeiro curso de Data Mining do país, orientou 9 doutorados e 19 mestrados. Também, desenvolveu mais de 400 soluções de data mining tendo umas 100 implantadas em empresas. Voltado para inovação, Paulo participou de mais de 10 projetos científicos fomentados, sendo dois recentes de cooperação com o Canadá e Europa.

Paulo é fundador e sócio da NeuroTech tendo coordenado a sua inovação e estratégia (1998-2013) até o investimento de um fundo private-equity adquirir o controle da empresa. Paulo é co-fundador e associado do CESAR (1996) e criou a AI-Leader (hoje, da Stefanini) em 2002, tendo se tornado “serial entrepreneur”.

Ele é membro do Comitê Estratégico de TI da AmCham-PE, de Comitês do Programa TECNOVA de fomento à Inovação e foi membro do IEEE Industry Liaison Committee (2015-17) e Industry Liaison Chair do WCCI 2018. Também, foi convidado para palestrar sobre inovação em universidades brasileiras, na fundação da Singularity University-Chapter Curitiba (2018) e no IEEE no Silicon Valley (2015).

Daniel Haanwinckel | PUBTechSF@Berkeley 2018

O Daniel Haanwinckel será um dos palestrantes no PUBTechSF@Berkeley 2018, que acontecerá no próximo dia 19 de setembro no BIDS, UC Berkeley.
O Daniel é doutorando no Departamento de Economia da UC Berkeley e o título de sua palestra é: Por que a desigualdade tem caído no Brasil e aumentado nos EUA?
Para participar, inscreva-se aqui: https://pubtechsf-berkeley-2018.eventbrite.com
O que determina diferenças de salários entre trabalhadores, e por que estas diferenças mudam ao longo do tempo? As principais causas estudadas por economistas são níveis educacionais, mudanças tecnológicas e políticas como o salário mínimo. Pesquisas mais recentes revelam que diferenças salariais entre empresas também são importantes e estão associadas a aumentos na desigualdade em países como os EUA e Alemanha. Esta palestra mostra o que tem ocorrido no Brasil e apresenta uma nova abordagem teórica que inclui o papel das empresas no modelo tradicional de determinação de salários.
Daniel Haanwinckel é doutorando em Economia no Departamento de Economia da UC Berkeley, mestre em economia pela PUC-Rio de Janeiro e engenheiro de controle e automação pela Unicamp. Sua pesquisa busca entender os fatores que determinam desigualdade salarial, desemprego e informalidade. Antes de entrar na academia, Daniel foi trader de derivativos no Espirito Santo Investment Bank, em São Paulo e Nova Iorque.

Leonardo Barbosa e Oliveira | PUBTechSF@Stanford 2018

Leonardo B. Oliveira é professor da UFMG e Visiting Scholar em Stanford, e apresentará sua palestra “Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil: Deixando para Trás o Complexo de Vira-lata!” no PUBTechSF@Stanford 2018, que acontecerá no dia 27 de junho em Stanford.

Para participar, reserve seu lugar: https://pubtechsf-stanford-2018.eventbrite.com

 

Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil: Deixando para Trás o Complexo de Vira-lata!
A produção científica no país é pobre? Não há mecanismos que induzem a colaboração entre universidade e indústria? A universidade pública está sucateada? Essas e outras questões são comumente aventadas no âmbito da Ciência, Tecnologia e Inovação Brasileiras. O objetivo desta palestra é apresentar um panorama otimista sobre o futuro da CT&I no Brasil. Precisamente, este panorama será fundamentado por estatísticas independentes, novas ações do Estado e casos reais.

Leonardo Barbosa e Oliveira é professor de Ciência da Computação da UFMG, professor Visitante Associado de Ciência da Computação da Universidade de Stanford e Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq. É membro da unidade DCC/UFMG da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII), inventor de um mecanismo de autenticação para a Internet das Coisas (USPTO P No. 20170214529A1) e recebeu o prêmio IEEE Young Professional Award. Coordenou projetos financiados por centros de pesquisa como Intel Labs, Microsoft Research e LG Mobile Research. Foi sócio da Elabora, uma startup de Inovação Tecnológica, membro do Grupo de Estudos sobre a Organização da Pesquisa e Inovação da Unicamp (GEOPI) e assessor do comitê de avaliação do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE/FAPESP). Mentorou equipes no UFMG Challenge, possui mais de duas mil citações e focaliza Internet das Coisas, Cibersegurança e Inovação Transdisciplinar.

Monica M. Kangussu-Marcolino | PUBTechSF@Stanford 2018

A Monica Kangussu-Marcolino é pesquisadora na Stanford School of Medicine e vai apresentar a palestra “Desenvolvimento de fármacos na Academia, um desafio em Stanford e uma inspiração para o Brasil” no PUBTechSF@Stanford 2018, que acontecerá no dia 27 de junho a partir de 6 pm na Stanford.

Reserve já o seu lugar: https://pubtechsf-stanford-2018.eventbrite.com

Desenvolvimento de fármacos na Academia, um desafio em Stanford e uma inspiração para o Brasil

Formada em Farmácia pela UEM (Universidade Estadual de Maringá), fez mestrado e doutorado em Bioquímica e Biologia Molecular na UFPR (Universidade Federal do Paraná), estudando primeiro atividade leishmanicida de polisacarídeos e depois genômica funcional em Trypanosomatídeos. Fez pós-doutorado em Harvard School of Public Health, investigando a manutenção e crescimento do parasita T. cruziem cardiomiócitos derivados de células pluripotentes (iPSC).

Atualmente na Stanford School of Medicine, trabalha com descoberta e desenvolvimento de drogas contra doenças parasitárias e biologia molecular de parasitas. No projeto atual, usa triagem em larga escala de compostos conhecidos ou já aprovados pelo FDA contra Entamoeba histolytica e outras amebas de vida livre a fim de encontrar candidatos para o desenvolvimento de fármacos.

Também tem interesse em inspirar pessoas no Brasil a darem direcionamentos mais eficientes a projetos com potencial translacional. Com apoio do grupo SPARK Stanford, desenvolveu e ministrou o Curso de Desenvolvimento de Fármacos, uma introdução a iniciativa SPARK de ciência translacional na UEM, UFPR e na indústria farmacêutica Prati-Donaduzzi.