Luiz Fernando Ferrari | PUBTechSF @UCSF 2016

Luiz Fernando Ferrari

Luiz Fernando Ferrari será um dos palestrantes no PUBTechSF@UCSF 2016. O título da sua palestra é “Diferenças Sexuais e Dores Crônicas: a Ciência Experimental Confirmando a Vida Real”.

O PUBTechSF @UCSF2016 será no dia 16 de junho, na UCSF Mission Bay.

Para reservar seu lugar, inscreva-se aqui!

 


 

Biografia resumida:

Graduei-me em Odontologia pela Faculdade de Odontologia de Bauru – USP, turma de 1996, em seguida me especializando em Cirurgia Maxilofacial e Ortodontia Preventiva. Em 2002, a necessidade de entender melhor as dores inflamatórias e crônicas, assim como as estratégias terapêuticas usadas em seus tratamentos, me levaram a trabalhar com o Professor Sérgio Henrique Ferreira, no Departamento de Farmacologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP. Lá fiz meus Mestrado e Doutorado, estabelecendo uma sólida linha de pesquisa, com a colaboração de vários pesquisadores e instituições, sobre os mecanismos moleculares associados à sensibilização dolorosa de neurônios periféricos. Em 2004, minha experiência clínica no tratamento de dores orofaciais e minha pesquisa em andamento me renderam o convite para trabalhar como Professor das disciplinas de Neurofisiologia da Dor e Farmacologia/Terapêutica na Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto – USP, dando aulas na Pós-Graduação, na clínica e especialização. Em 2008, logo após começar meu Pós-Doutorado, ainda em Ribeirão Preto, recebi a proposta para vir aos EUA, trabalhar com o Professor Jon Levine, na Universidade da Califórnia em San Francisco, UCSF, como colaborador em sua pesquisa sobre os mecanismos celulares e moleculares envolvidos na transição da dor aguda para crônica, associados ao sistema nervoso periférico. Nossa linha de pesquisa atual investiga os processos ligados ao desenvolvimento da memória dolorosa neuronal resultante de inflamações, situações de stress, ou como efeito colateral do uso de medicamentos como opióides. Além disso, observações recentes nos levaram à investigação das diferenças entre os sexos na susceptibilidade ao desenvolvimento de dores crônicas, o que tem nos mostrado interessantes dados sobre o impacto do dimorfismo sexual na neurofisiologia da dor.

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