Luiz Fernando Marrey Moncau | PUBTechSF @Vale do Silício 2017

 

O Luiz Moncau será um dos palestrantes da edição do PUBTechSF@ Vale do Silício 2017, que acontecerá no dia 15 de novembro a partir de 6 pm na sede do YouTube, em San Bruno.

Para participar, inscreva-se aqui.

 

“Do Direito ao Esquecimento às Fake News. A internet deve ser regulada?”

A privacidade morreu. Elegeram um presidente nos Estados Unidos com mentiras e manipulação.

É certo que a Internet modificou muitos aspectos das nossas vidas. Mais do que isso, revolucionou o consumo, afetou direitos, desestabilizou mercados e regimes políticos. Neste contexto, há uma imensa pressão para regular e controlar a Internet. Dois assuntos estão na agenda do dia: o direito de um indivíduo de remover informações sobre o seu passado em nome da proteção da privacidade e o combate à proliferação de notícias falsas que afetam o debate democrático e desinformam a população.

A internet deve ser regulada? O entendimento dos impactos que sutilezas regulatórias podem trazer é fundamental para não comprometermos valores que consideramos fundamentais, como a liberdade de expressão, a privacidade e a democracia.

 

Luiz Fernando Marrey Moncau é pesquisador no Center for Internet and Society da Stanford Law School. Foi coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV DIREITO RIO) e líder público do projeto Creative Commons no Brasil. É advogado formado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), mestre e doutorando em Direito Constitucional pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Dentre outras publicações, é co-autor do capítulo brasileiro no estudo internacional sobre pirataria Media Piracy in Emerging Economies, organizado por Joe Karaganis e publicado pelo SSRC, autor co-autor das pesquisas “O Estado Brasileiro e a Transparência” e “Avaliação deTransparência do Ministério Público” e autor do Liberdade de Expressão eDireitos Autorais, publicado em 2015 pela Elsevier.

 

Visite sua página na Stanford Law School.

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